sexta-feira, 20 de novembro de 2009

CULTURA ORGANIZACIONAL

COLLA, Júlio Ernesto (FACINOR/FAFIPA/FINAN) Dentre vários assuntos sem passividade na área de gestão, a Cultura Organizacional ganha um destaque em função das várias correntes de pensamento a respeito do assunto. Duas linhas distintas de pensamento afirmam que a organização tem uma cultura e é uma cultura, ambas merecem atenção e respeito pois refletem a linha de vários autores, havendo ainda aqueles que declaram que a as organizações são e tem uma cultura, o que representa uma posição mais adequada diante da ambigüidade do tema, linha que reflete o pensamento deste autor. A linha que afirma ter a organização uma cultura posiciona-se no caráter influenciador das organizações sobre a sociedade pois as organizações influenciam e são influenciadas pela sociedade visto que sua forma de gestão modifica-se ao longo do tempo. A outra linha que afirma que as organizações são uma cultura baseiam-se no fato das organizações serem formadas por pessoas e em função disso a sua cultura é a soma de todas as pessoas que dela participam. A cultura organizacional é refletida através do cotidiano de uma organização, forma a “cara” dessa organização e é visível através de todos os ambientes físicos desta organização buscando com isso, de maneira involuntária, influenciar todos os que da organização participam sempre objetivando o equilíbrio organizacional uma vez que as pessoas se moldam à forma da organização e a organização é moldada à forma das pessoas participam da sua existência, isso faz com que a organização seja e tenha uma cultura. Em função da movimentação de funcionários entre os cargos e dos cargos da organização há a possibilidade de ao longo do tempo a cultura organizacional modificar-se e adaptar às novas situações, pois através de uma visão sistêmica o organismo não permanece da mesma forma havendo modificações no ambiente externo. As instituições são formadas de grupos formais e grupos informais, portanto coexistem em uma mesma organização duas culturas distintas a cultura formal e a cultura informal. A cultura formal é aquela representada por todos os procedimentos padrões em uma organização e a cultua informal é formada através da criação dos grupos informais. A soma da cultura organizacional formal e informal é a cultura organizacional.


http://www.administradores.com.br/artigos/cultura_organizacional/12706/
Organizações

Organizações são unidades sociais deliberadamente construídas para perseguir objetivos específicos. Amitai Etzioni


Uma organização é uma combinação intencional de pessoas e de tecnologia para atingir um determinado objetivo. Uma empresa é uma organização. Também o é uma divisão, um departamento ou seção dentro de uma organização maior. Pessoas, dinheiro e materiais compõem os recursos que ingressam na organização. Bens e serviços saem das organizações. Entre estas entradas e saídas, recursos são transformados para criação de excedentes. (Nas empresas, estes excedentes são normalmente chamados de lucros). Os excedentes ajudam a assegurar a continuidade das organizações.


As organizações diferenciam-se de outros ajuntamentos de pessoas por sua conduta voltada para metas. Isto é, as organizações perseguem metas e objetivos que podem ser mais bem alcançados pela ação harmoniosa das pessoas. Possuem três características importantes: conduta, estrutura e processos.
Gibson, Ivancevich e Donnelly


A necessidade de administradores nas organizações
Afirmamos que nossa sociedade desenvolveu-se mediante a criação de organizações especializadas, capazes de fornecer os bens e serviços de que ela necessita. Todas essas organizações são guiadas pelas decisões de uma ou mais pessoas que chamamos de administradores. Os administradores alocam recursos escassos para fins alternativos e freqüentemente competitivos. São eles que determinam a relação meio-fim. Têm autoridade (delegada pela sociedade) e responsabilidade (aceita por eles) de construir ou destruir cidades, fazer a paz ou a guerra, purificar ou poluir o ambiente. Estabelecem as condições relacionadas aos cargos, rendas, produtos, serviços, proteção, saúde e conhecimento. Os administradores, como as organizações, estão difundidos por toda a sociedade. Seria muito difícil achar alguém em nossa sociedade que não é administrador nem esteja sujeito às decisões de um administrador.
Se nossa sociedade tem grande necessidade de organizações bem administradas, concluímos que os administradores são um recurso social muito importante.



Os administradores e a estrutura
Os administradores da organização – especialmente os altos administradores - influenciam a escolha da estratégia diretamente através de suas preferências por certos objetivos e certas maneiras de se fazer as coisas. Sua seleção de estratégia, por sua vez, afetará o tipo de estrutura que surge na organização.A estrutura organizacional é diretamente influenciada pelas preferências pessoais dos administradores por tipos específicos de organização, por maneiras de se relacionar com os subordinados, clientes e outros administradores e por maneiras de tratar dos problemas. Estas preferências se refletem diretamente em vários tipos de estrutura organizacional. Um administrador com uma forte inclinação para a Teoria X preferirá uma estrutura organizacional mais mecanicista, enquanto que um administrador que aceite premissas de Teoria Y poderá preferir um sistema mais orgânico.Outras influências sobre a estrutura podem decorrer das atitudes, de se eles gostam ou não de formalidade e de suas experiências passadas (positivas ou negativas) com diversos tipos de projeto organizacional. Alguns autores acham que a insatisfação cada vez maior com o conceito despersonalizado, mecanicista, de autoridade organizacional poderia fazer com que os administradores escolhessem uma estrutura com menos ênfase na competição pela carreira e por recompensas individuais e mais ênfase na colaboração e no desenvolvimento pessoal.


http://www.strategia.com.br/Estrategia/estrategia.htm
Estratégia e Alta Administração
Pontos Fortes :

•Clareza na missão
•Preocupação na contratação e aprimoramento do capital humano (capacitações, cursos, seminários, incentivo a pós-graduação, etc)
•Comunicação das ações estratégicas (PSI, reuniões, dinâmicas)
•Há um “mapeamento tácito” fortalecido pela interações entre os colaboradores de maneira informal
•Relacionamento interpessoal é alto. Capital social é elevado
•Existe uma maneira formal de registrar as ações corretivas das deficiências

•Existe abertura/liberdade para cada colaborador compartilhar seu conhecimento por meio de cursos, conversar, etc.
•Há estabelecimento de metas desafiadoras e são divulgadas.

•Em essência há preocupação com o desenvolvimento das pessoas.


Estratégia e Alta Administração

Pontos Fracos:

•Falta de mapeamento das habilidades e competências individuais dos colaboradores e demais ativos intangíveis
•Falta organização de prioridades e respeito ao fluxo de trabalho
•Falta de divulgação, aplicação e controle das políticas de processos de trabalho
•Não há mapa de conhecimento relevante para a organização
•Ausência de identificação sistemática das deficiências e estratégias para tal. Formalização do processo
•Deficiência no planejamento para alcançar as metas desafiadoras (tempo, testes, recursos humanos, capacidade, habilidade)
•Deficiência das ações de maneira a concretizar o explicitado.
•Deficiência na função orientador.
•Não há uma política estabelecida e declarada sobre proteção do capital intelectual.
•Deficiência e ausência de divulgação de políticas em geral


Estratégia e Alta Administração

Recomendações:

•Implantar ações de divulgação da missão, valores e objetivos de forma a internalizá-los em todos os colaboradores
•Definir e implantar política para proteção dos ativos intangíveis
•Completar o mapeamento de processos
•Organizar e respeitar os fluxos de trabalho e socializá-los
•Adotar ferramentas tecnológicas para dar suporte à execução e gerenciamento dos processos.
•Mapear e monitorar as competências para estabelecimento de plano de carreira extensivo a todos os colaboradores
•Divulgar o plano de carreira e definir estratégias de promoção, de acordo com as competências e habilidades identificadas.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Fatores Estratégicos e o Papel da Alta Administração : Definição

Fatores estratégicos e papel da alta administraçãotem como foco o papel essencial que a alta administração exerce na prática da gestão do conhecimento, ao influenciar os funcionários a focalizar seus esforços de aprendizado, além de comunicar amplamente a estratégia organizacional e definir metas desafiadoras.